terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulher Jéssicana

Mulher Jéssicana
19/11/2010 sexta-feira
Agora eu estou sem palavras
Mesmo por que, não tenho sentimentos
Ela me roubou tudo que eu tinha
Só o que me sobrou foram lamentos

Ela sempre não está nem ai
Finge que não liga, e de fato não liga
Para ela, era um favor estar comigo
Fingia ser minha namorada, mas não era nem minha amiga

Se você beijá-la de língua
Ela não gosta e te rejeita
Se ela não voltar para casa
Tem um Ricardão a espreita

Você a abraça, beija, carinha
A enche de elogios e sempre está lá
Sempre faz tudo o que ela pede
E ainda assim ela pensa em te largar

Ela te deixa, para assistir futebol
Ela age como criança, infantil
Não tem planos para o futuro
E se acha a mais sabia do Brasil

Ela só sabe exigir
Não sabe como retribuir
Você tem que seguir o sistema a fio
Senão ela deixa-o a ver navio

Ela é fria, não tem sentimentos
Não, pensa, em ser mãe, não pensa em casar
A não ser que você esteja na faculdade e tenha grana
Daí, ela muda de idéia, e logo se assanha

Ela é interesseira, Maria Gasolina, Maria Chuteira
Hoje ela te ama, e depois não sabe mais
Ela te elogia, te acha bonito, te acha compreensivo
Mas, sem motivo, ela te troca por outro rapaz

Ela se faz de santinha, e de menina certa
Mas só trata mal quem a oferece carinho
Se quiser ganhar seu coração, compre-a muitos presentes
Se não ela te deixa, apodrecendo sozinho

Essa mulher, fútil e profana
Se resume no título “Mulher Jessicana”
Não, moça mais fingida não existe
Jéssica será que de me humilhar, você não desiste?
Helder Henrique do Nascimento Peres