terça-feira, 19 de julho de 2011

Ladrão, peguem Ladrão!


Ladrão, peguem Ladrão!

Curitiba 19 de julho de 2011 21:12


Todo o trabalho que eu fiz, está depositado nesta mídia
Minha vida inteira compactada
Todas as noites em claro que passei para terminar
Minha esperança sem dó roubada

Quis logo perseguir um jeito de fazer lucrar
Todos os projetos que com amor eu cultivei
Tudo aquilo que com suor eu inventei
Todas as folhas que juntei, agora estão soltas pelo ar

Você não tem idéia de como é difícil
Fazer cada parágrafo dessa obra, cada centímetro
Uma arte que desenvolvi com toda a minha alma
Que fez o meu coração bater mais rápido do que marca um velocímetro

Tudo isto que escrevi, desenvolvi, criei e filmei de coração
Você com a maior cara de pau têm coragem de me roubar!!
Peguem pessoas honestas, peguem esse ladrão!
Esse verme infeliz que só saber copiar!

Devolva o dinheiro que você lucrou com minha arte
Vamos me de o meu lucro, eu quero minha parte!
Seu delinqüente pé de chinelo, filho da mãe vigarista
Como ousa se aproveitar do meu trabalho de artista!

Você acha que é certo, simplesmente me copiar
Acha que “não da nada” sem escrúpulos me furtar?
Quer levar vantagem em cima de mim malandrão?
Pois saiba que não minha vista é que não!

Com os mesmos punhos que escrevi essa poesia vou soca-te a cara
Farei você devolver com juros o que roubou de minha jóia rara
Com o mesmo calor que seu computador queimou esse DVD
Queimarei seu ninho podre de pirataria, incinerarei você!

Quero meu dinheiro que fiz por merecer
Quero minha fama que você usurpou de mim!
Quero tudo que é meu direito!
E com os juros vou livrar o mundo de sua raça imunda! Vou sim!

Seu vagabundo, que só sabe enche o nariz de cachaça
Que vende ilegalmente a arte que eu produzo, quase de graça
Seu acéfalo que não tem capacidade de criar, só copiar
Se ignorante miserável que me fez repetir, só para variar

Você acharia bonito se roubasse sua casa?
Se roubasse sua moto? Sua comida, seu emprego?
Eu creio que sim, pois para você ser um meliante qualquer
Acho que nunca teve escrúpulos, paz ou sossego

Devolva o que é meu centavo por centavo!
Quero agora, nada mais e nada menos!
Vou te perseguir até esfolando cada tripa de sua malicia corrupta
Te estraçalharei em pedaços  de preços pequenos.


DEVOLVA O QUE É MEU
SEU LADRÃO SUJO DE UMA FIGA
SEU VERME TRAIÇOEIRO
SEU BABUÍNO COPIADOR
VOCÊ É UM LIXO
É PIOR DO QUE UM ESTRUPADOR

SEU LUGAR É NA CADEIA
APRODECENDO ATÉ VIRAR AREIA
POIS VOCÊ JÁ NÃO TEM MAIS UMA AVEIA
SUA ARTE É ROUBAR OS OUTROS DA PIOR MANEIRA


MORRA, LADRÃO QUE SE ACHA TRABALHADOR
VOCÊ NADA MAIS É DO QUE UM SIMPLES SAQUEADOR
QUE QUER LUCRAR EM CIMA DO TRABALHO DAS PESSOAS CRIATIVAS
QUE FAZ DO SEU GANHA PÃO PROVOCAR NA ARTE, FERIDAS

POR ISSO DEVOLVA O QUE É MEU, OU MORRA!


Helder Henrique do Nascimento Peres
21:57


PS: Tente roubar essa poesia, verme, só tente.