segunda-feira, 25 de julho de 2011

O poeta diz-- O Politico Corrupto Que Não Consegue Jogar Mario

Poeta diz: O político corrupto que não consegue jogar Mario.
Helder: Viu Bruno, está tendo todo esse barulho para o jogo justo. Que na verdade é a diminuição dos impostos dos jogos. Eu não consigo fazer vídeos engraçados como os caras, mas eu acho que posso ajudar em alguma coisa.
Bruno: É? E o que você pensa em fazer, uma poesia de protesto?
Helder: Não exatamente. Veja, você pode fazer a poesia mais bonita, bem rimada, protestante, católica e etc. Também é possível fazer vários vídeos de critica, falar mal de meio mundo. Só que nada disso vai mudar absolutamente nada. Como diz aquele ouriço, nada começa até você tomar ação. Então—
Bruno: Você vai jogar aquele jogo do ouriço.
Helder: Não eu vou fazer alguma coisa, para ajudar na campanha do jogo justo, e não só falar, escrever e fazer um vídeo.
Bruno: E o que te faz pensar que você terá sucesso nisso também? Veja o que aconteceu com suas outras tentativas de mudar alguma coisa. Poesias Românticas Modernas:
Goku: Fracassado
Bruno: Vídeos de certa série de jogos dublados para o português.
Goku: Fracassado.
Bruno: Tentar namorar uma menina de cabelos pretos.
Goku: Fracassado.
Bruno: Tentar convencer aos moradores da rua que, votar nos mesmo políticos só vai fazer com quem eles continuem na mesma situação.
Goku: Fracassado.
Bruno: Tentar convencer aquela empresa de vídeo games brasileira á parar de refazer o mesmo vídeo game por vinte anos e começar a relançar outros vídeos games clássicos que também merecem ser relançados.
Goku: Fracassado.
Helder: Tá bom, eu já entendi. Viu, mas esse tipo de coisa é o que a gente ganhar por tentar convencer as pessoas na base da conversa, cavalheirismo e boas maneiras.
Bruno: E nas poesias fracassadas, vídeos de ouriços antropomórficos falando em português, palestras sobre—
Helder: Já entendi. Só que dessa vez será diferente... Eu vou tomar uma atitude, com minhas próprias mãos. Não vou ser mais um poeta bonzinho, cavalheiro e etc. Está na hora de dar a esses políticos corruptos o que eles merecem.
Bruno: O que os políticos corruptos têm a ver com o movimento do jogo justo? Quer dizer o quê os políticos corruptos têm, a ver com alguma coisa? Políticos corruptos? Ninguém falou neles. Imagina...

(pessoas olham para nós com olhares estranhos)
Helder: Qual é a dessa gente?
Bruno: Cara, vem cá. Não menciona a expressão "políticos corruptos" nessa área da cidade. Eles controlam tudo por essas bandas. São os senhores secretos de uma organização super secreta que dão as cartas por aqui. Eles controlam a mentalidade das pessoas, suas atitudes, senso critico e outras coisas. Sem falar que manipulam as indústrias para funcionarem ao seu favor.
Helder: Mas eu nunca ouvi falar disso.
Bruno: É por isso que é secreto.
Helder: Mas se é secreto, como você sabe?
Bruno: Uma vez meu tio tentou desafiá-los e ... Deu-se mal.
Helder: Nossa, mas, o que aconteceu com ele?
Bruno: Ele se mudou para fora do país.
Helder: Mas você não pode deixar o sacrifício do seu tio ter sido em vão. Você tem que fazer alguma coisa para mudar isso. Não podemos deixar eles saírem impunes disso! Temos que revidar!
Bruno: Helder, isso não é um anime conveniente onde o herói vê os cidadãos de um vilarejo serem oprimidos por um antagonista qualquer, e esse mesmo herói convence os cidadãos a lutar e juntos eles vencem o opressor ou antagonista aleatório.
Helder: Mas temos que lutar! Pense no seu tio...
Bruno: Nada que você diga, irá me convencer.
Helder: Eu te empresto o meu Elenco dos Sonhos.
Bruno: Nesse caso, acho que lutar pelo o país de vez em quando não faz mal.
Helder: Certo! Então vamos agora!
Bruno: Agora não dá, vai começar a minha novela.
Helder: E depois da novela?
Bruno: Tenho que ir ao boteco, tomar umas cervejas e jogar futebol.
Helder: mas você não bebe e sabe jogar futebol...
Bruno: Eu também não luto pelo bem da nação, e como eu vou abrir uma exceção AMANHÃ , me deu uma súbita vontade de fazer essas coisas. Mas pelo elenco dos sonhos, amanhã a gente vai lá.
Helder: Mas—
Bruno: Amanhã!


Fim da parte 1